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Safra do Caqui Ganha Força Mesmo com Desafios Climáticos

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Apesar dos desafios impostos pelo clima, os produtores de caqui seguem confiantes na safra deste ano. O intenso calor registrado no início do ano, aliado às chuvas fortes, impactou o desenvolvimento das plantações e atrasou a colheita. No entanto, a expectativa é de um crescimento significativo na produção em relação ao ano anterior.

Itatiba (SP), principal polo produtor de caqui no Brasil, concentra grande parte das plantações do país. Segundo o agricultor Rodrigo Bisetto, sua fazenda deverá colher cerca de 200 quilos da fruta, um aumento de 40% em comparação à safra de 2023. Atualmente, cada quilograma de caqui é comercializado a R$ 4.

Além da rentabilidade, a safra carrega um valor histórico para a família de Bisetto. Seu pomar abriga árvores centenárias, incluindo um caquizeiro plantado por seu bisavô, evidenciando a tradição e a resistência da cultura ao longo das gerações.

O cultivo do caqui, no entanto, enfrenta desafios climáticos. A fruta se desenvolve melhor em temperaturas amenas e períodos de chuvas bem distribuídas. De acordo com o engenheiro agrônomo Hiro Kawabata, em janeiro, apenas dois dias concentraram o volume esperado para todo o mês, afetando a formação dos frutos e resultando em tamanhos menores. No entanto, ele destaca que a qualidade e o sabor permanecem inalterados.

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Atualmente, Itatiba lidera a produção nacional de caqui, com 70 plantações que movimentam cerca de R$ 13,5 milhões ao ano. Das 84 mil toneladas colhidas no Brasil, aproximadamente 5 mil toneladas têm origem no município paulista.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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