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MDS repassa recursos para Embrapa implantar 300 “Sisteminhas” pelo país

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Gestores de diferentes municípios brasileiros participaram da reunião de apresentação do “Sisteminha”, tecnologia social criada pela Embrapa que possibilita a produção de alimentos em pequenos espaços urbanos e rurais. O principal objetivo dele é garantir segurança e soberania alimentar aos seus usuários, possibilitando também a geração de renda, por meio da comercialização do excedente da produção. 

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) repassou recursos à Embrapa para a implantação de 300 unidades desta tecnologia social em 20 municípios das cinco regiões do país. A prioridade de atendimento será aos povos e comunidades tradicionais e às iniciativas coletivas de agricultura urbana e periurbana.

As cidades foram selecionadas de acordo com o grau de maturidade da agenda de agricultura urbana e periurbana, identificado por meio do diagnostico realizado no âmbito da Estratégia Alimenta Cidades, iniciativa da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS.

O Sisteminha possui 15 módulos oficiais, elementos que podem ser usados em conjunto ou adaptados. Para a implantação via Estratégia Alimenta Cidades, serão usados cinco módulos: tanque de peixe; galinheiro; horta; compostagem; e minhocário.

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Para a coordenadora-geral de Agricultura Urbana e Periurbana do MDS, Kelliane Fuscaldi, a proposta é fortalecer as ações da Estratégia Alimenta Cidades, contribuindo para a produção e o acesso a alimentos saudáveis.

“Estamos desenvolvendo um ambiente institucional para a gestão deste projeto, que envolverá, além do MDS e da Embrapa, entidades executoras que serão responsáveis pela implantação da tecnologia – uma rede parceira, composta por outras unidades da Embrapa e a gestão municipal”, detalhou.

Adesão

Os municípios selecionados que estiverem interessados na adesão à tecnologia têm até o dia 18 de julho para se manifestarem e, em seguida, assinarem o Termo de Adesão elaborado pelo MDS.

Além da implantação das unidades, o projeto busca formar multiplicadores, promovendo a autonomia dos responsáveis pela produção por meio de capacitações.

O objetivo é garantir a continuidade do uso da tecnologia de forma independente e ampliar seu alcance, permitindo que mais pessoas tenham acesso ao conhecimento e à produção de alimentos.

A iniciativa contribui diretamente com o Eixo 4 da Estratégia Alimenta Cidades — produção de alimentos sustentáveis — e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de enfrentamento da fome e da pobreza, assim como está diretamente alinhado ao Programa Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana (PNAUP).

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Assessoria de Comunicação – MDS

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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