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Coletiva de imprensa: Ministro Wellington Dias apresenta novos dados sobre a fome no Brasil

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O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, concede nesta sexta-feira (20.03), às 11h, coletiva de imprensa para apresentar os avanços e as perspectivas das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional e de combate à pobreza no país. O encontro será realizado no campus da Fundação Getúlio Vargas (FGV), na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro.

As principais conclusões do seminário “Como o Brasil saiu do Mapa da Fome?”, realizado pela FGV, também estarão na pauta da coletiva. O debate reúne evidências sobre a retomada, a partir de 2023, de uma estratégia ampla de enfrentamento da fome, com políticas integradas de segurança alimentar e nutricional, crescimento do emprego e controle da inflação.

Durante a coletiva, a secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, vai apresentar dados sobre a integração de políticas públicas que tirou o Brasil do Mapa da Fome pela segunda vez na história. A combinação entre geração de emprego, aumento da renda e fortalecimento da proteção social está no centro da estratégia adotada pelo Governo Federal.

Dados recentes da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram uma queda expressiva da fome e das desigualdades no acesso à alimentação. A proporção de domicílios em insegurança alimentar grave caiu para 3,2% em apenas dois anos de governo.

Em 2024, a fome em domicílios chefiados por mulheres caiu para 3,6%, o menor nível da série histórica. Em 2023, o índice era de 4,6%. A redução foi de 21,7% em um ano. Entre domicílios chefiados por homens, a queda foi de 20%, passando de 3,5% para 2,8%. O avanço foi ainda mais intenso entre mulheres negras, com redução de 23,3%, de 6% para 4,6%.

O mercado de trabalho tem papel decisivo nesses resultados. O desemprego entre mulheres caiu de 11,8% em 2022 para 8,1% em 2024, chegando a 6,9% em 2025. A renda também cresceu. Entre 2023 e 2025, o rendimento médio real das mulheres aumentou 9,4% e atingiu R$ 3.113,00 — o maior valor da série histórica.

As políticas sociais ampliaram esse impacto. O Bolsa Família tem mulheres como maioria: 58,7% dos beneficiários. Elas são responsáveis por 84,4% das 18,7 milhões de famílias atendidas.

O programa também reforça a proteção à infância, garantindo que cerca de milhão de gestantes e nutrizes recebem benefícios adicionais. Outros 8,5 milhões de crianças de até seis anos são atendidas pelo Benefício Primeira Infância do Programa Bolsa Família. 

No Gás do Povo, as mulheres representam 94% das cerca de cinco milhões de famílias beneficiadas. O programa garante acesso a um insumo essencial para o preparo dos alimentos. Além disso, 3,2 milhões de mulheres recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) também desempenha um importante papel ao garantir refeições para cerca de 40 milhões de estudantes da rede pública de ensino. O programa reduz despesas das famílias, amplia o acesso a alimentos e contribui diretamente para a queda da fome.

Os dados mostram ainda que entre crianças e adolescentes que frequentam escolas, a taxa de insegurança alimentar grave é de 3,5%. Já entre os que estão fora da escola o número é três vezes maior, chegando ao índice de 10,9%.

Serviço

Coletiva de imprensa no encerramento do seminário Como o Brasil saiu do Mapa da Fome?
Data:
20/03
Horário: 11h
Local: Auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – Praia de Botafogo, 190 – 12º andar, Botafogo, Rio de Janeiro/ RJ

Assessoria de Comunicação – MDS

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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