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Membros da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza terão assistência técnica, financeira e qualificação

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O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e copresidente da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, Wellington Dias, anunciou que o mecanismo de assistência já está estruturado e apto para apoiar todos os membros da Aliança com qualificação técnica, transferência de conhecimento e ajuda financeira. O anúncio foi na manhã desta segunda-feira (3.11) em Doha, no Catar, onde Dias destacou que, após um ano de  criação, a Aliança alcançou mais de 200 membros e já possui escritórios em várias regiões do mundo, além de uma sede estabelecida em Roma.

Ao lado da secretária de estado para o Desenvolvimento Internacional da Espanha, Eva Granados, Wellington Dias anunciou a criação de pacotes de financiamento de bancos de desenvolvimento, a implantação de acordos de cooperação técnica nas áreas de proteção social, agricultura, nutrição e acesso à água, além de ações integradas que combinam transferência de renda, alimentação escolar, apoio a pequenos agricultores, proteção infantil, programas de superação da pobreza e resiliência climática.

“Há exatamente um ano, no Rio de Janeiro, nasceu a Aliança Global. Éramos 148 membros fundadores unidos por uma convicção: a fome e a pobreza não são inevitáveis. Hoje, somos mais de 200 membros – 105 países e 96 organizações internacionais, instituições financeiras, agências da ONU e organizações da sociedade civil. Em doze meses, transformamos uma promessa em um mecanismo vivo de solidariedade, coordenação e ação”, declarou o ministro.

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“A partir de hoje, qualquer país-membro poderá solicitar ajuda aos demais membros, com apoio do nosso Mecanismo da Aliança, em um processo de construção de parcerias totalmente baseado na demanda. A Aliança está aberta, pronta e em operação”, enfatizou Dias.

Eva Granados declarou que a Aliança Global é um instrumento para dotar mais países da capacidade de agir decisivamente contra a fome e a pobreza. “Juntos, colocamos os países no centro, apoiamos seus planos baseados em evidências, coordenamos parcerias, mobilizamos financiamento integrado e facilitamos a cooperação”, destacou.

Impacto das mudanças climáticas na fome

Segundo Wellington Dias, o Conselho de Campeões da Aliança preparou uma Declaração sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada no Ser Humano, que será adotada pelos chefes de estado na próxima sexta-feira (7.11) na COP30, em Belém.

“A declaração deixará claro que os piores impactos das mudanças climáticas recaem sobre os mais pobres e vulneráveis, e que uma transição climática justa deve proteger seus direitos, fortalecer sua resiliência e garantir dignidade humana”, informou.

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Brasil fora do Mapa da Fome da ONU

Durante a Cúpula da Aliança Global, o ministro destacou ainda que o Brasil é prova viva do combate a fome. Ele relembrou que o país retirou 24,4 milhões de pessoas da fome e 7,6 milhões da pobreza, graças a políticas baseadas em evidências e à disposição do Presidente Lula de incluir os pobres no orçamento. Em julho de 2025, o país saiu oficialmente do Mapa da Fome da ONU pela segunda vez — antes da meta que havia estabelecido para 2026.

Assessoria de Comunicação – MDS

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

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